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SFX shots

O Site Den of Geek! elaborou uma lista interessante sobre 50 Ótimos Momentos dos Efeitos Visuais no Cinema. Para entrarem na lista, as cenas deveriam ser extrememente convincentes e os efeitos deveriam ter sido exemplarmente usados, mesmo sendo algo muito visto em outros filmes. Todas as 50 cenas têm seus respectivos videos e uma explicação do motivo de estar lá.

Os escolhidos vão desde Alien - A Ressurreição a Brazil - O Filme, passando por Blade Runner e Jasão e os Argonautas. O nº 1 da lista é Jurassic Park, seguido de Star Trek II - A Ira de Khan e Star Wars.

Na minha humilde opinião faltou Matrix por ali, mas tudo bem. Abaixo estão alguns exemplos do 50 listados. Clincando aqui você vê todos.

 

Star Trek II - A Ira de Khan

007 - O Espião que me Amava

Transformes

Artes marciais

Kung Fu Panda de c* é  r*la!

Resumo da Semana

Crepúsculo* (Twilight, 2008). De Catherine Hardwicke

Hype demais me assusta. Foi o que aconteceu com relação a Crepúsculo. Enquanto as meninas se derretiam por Robert Pattinson, sinceramente, não tive a mínima vontade de assistir ao filme, principalmente depois das inúmeras críticas negativas que o longa recebeu. Pois agora, depois de dois anos e um novo longa da "Saga", resolvi dar o braço a torcer e vou ser sincero: fui com o coração aberto para assistir à história de Bella e Edward. Sério mesmo, tentei sentir alguma simpatia, mas não deu, não. Chato, de roteiro risível, direção frouxa e atuações meia-boca é muito difícil pra mim entender a histeria acerca da história do vampiro que ama uma humana. Era pra ser algo animalesco, algo depravado, ainda que romântico, mas tudo segue uma linhazinha pífia adolescente demais até para os próprios. Fora que como Cinema, deixa tanto a desejar que fico confuso (mais uma vez): como Catherine Hardwicke pisou na bola dessa forma com o ótimo Aos Treze no currículo? Diretor nenhum é obrigado a fazer milagre, se Pattinson não tem nenhuma intensidade, Catherine deveria, no mínimo, saber fazer com que a câmera se movesse de forma com que o seu trabalho não saísse arranhado. Não é o caso. A sequência em que o clã inimigo ensaia uma briga com a família Cullen é ridícula. A coreografia para que os vampiros se encarem é tosca e se torna ainda pior com os ângulos escolhidos pela diretora. Some a isso o fato dos efeitos visuais serem quase caseiros. Fora que Robert é um ator limitado demais - ainda que vocês o achem lindo, meninas, há de concordarem comigo sobre sua fraqueza em cena. Tudo bem, a fotografia de Crepúsculo é um capítulo a parte, ambienta muito bem a história, mas para quê no fim das contas? Detalhe: nem comentei os conceitos que acho absurdos vindos do best-seller de Stephenie Meyer - vampiros ao sol e com pele de diamante? Nota: 4,5

A Princesa e o Sapo* (The Princess and the Frog). De Ron Clements e John Musker

Muito mais do que ser o primeiro longa da Disney a trazer uma princesa negra, A Princesa e o Sapo é o projeto que trouxe de volta aos estúdios de Mickey e cia. a magia dos desenhos feitos com a animação tradicional. Depois de dizerem que não fariam mais filmes com a técnica para se dedicarem ao CGI - e não se darem muito bem, vide O Galinho Chicken Little e Selvagem -, a casa voltou atrás com a chegada de John Lasseter por meio da compra da Pixar. O novo chefão mandou, a galera voltou a pôr os lápis para trabalharem e trouxeram ao mundo uma história imperfeita, é verdade, mas que cada segundo demonstra a tradição Disney de criar mágica para as multidões. Há clichês em profusão, porém sinceridade que transborda. Não se assuste se a emoção vier, principalmente se você cresceu vendo clássicos como A Bela e a Fera, O Rei Leão ou anteriores. Nota: 8

Evocando Espíritos* (The Haunting in Connecticut, 2009). De Peter Cornwell

Você já deve ter ouvido falar que os filmes de terror preguiçosos usam mais a trilha para assustador a platéia do que as imagens em si, certo? Pois bem, se você nunca concordou muito com isso, basta ver Evocando Espíritos. A produção tem até potencial em algumas cenas, mas a auto-sabotagem beira o absurdo: para qualquer imagem existe um acorde alto para você pular da cadeira. Acha isso legal? Então veja, mas vá avisado que a história não faz muito sentido e vai ficando cada vez pior com o passar dos minutos. Dá vergonha em alguns momentos. Estamos em abril e já vi um dos grandes candidatos a pior filme assistido em 2010. Nota: 4

* Filme visto pela primeira vez

Posteridade

Robert Downey Jr. está de volta. Com ele, o excelente humor de Tony Stark. War Machine já foi revelado pelo trailer fantástico liberado na internet. A trilha sonora será inteira do AC/DC. No elenco, ótimos reforços: Mickey Rourke vem como vilão bizarrão, Sam Rockwell também está no páreo e até a substituição nada a ver de Terence Howard por Don Cheadle tem potencial. Ou seja, Homem de Ferro 2 aponta no alvo certo para repetir o ótimo longa que foi o primeiro.

Mas, no final das contas, sinceramente, o que me importa é ver isso:

 

O Posteridade não poderia deixar de registrar Scarlett Johansson ruiva, de colã, na pele da Viúva Negra.

Já dizia o AC/DC, "Let There be Rock!"

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