Cinefilia - UOL Blog
Uma Mais

"Os Doze Condenados" (1967)

Clássico de aventura de Robert Aldrich, de "O Que Terá Acontecido a Baby Jane?".

No elenco original nomes como Charles Bronson, Lee Marvin, Donald Sutherland, John Cassavetes e até Telly Savalas.

Planos já bem adiantados da Warner dão a refilmagem a Guy Ritchie, de "Snatch - Porcos e Diamantes".

O melhor de dois mundos 2

Depois do projeto "Dali & I: The Surreal Story" ser anunciado com roteiro e direção de Andrew Niccol ("O Senhor das Armas") e Al Pacino como o pintor Salvador Dali, a espectativa já era grande. Agora Cillian Murphy se juntou ao elenco e elevou a ansiedade de muitos cinéfilos, que já esperam um resultado muitíssimo acima da média.

O filme contará a história de um Dali já envelhecido, entre as década de 1960 e 1980, e seu pupilo Stan Lauryssens, papel de Murphy.

Ele não será só ele

"State of Play" é o projeto que reunirá Brad Pitt e Edward Norton novamente. Depois de se esbofetearem em "Clube da Luta", de 1999, eles estarão de volta e de novo com uma relação conturbada. Pitt será um jornalista que acompanha o caso do assassinato da amante do congressista vivido por Norton. O detalhe é que os dois já haviam sido parceiros em uma eleição.

O roteiro é de Tony Gilroy  ("O Ultimato Bourne") e a direção de Kevin McDonald ("O Último Rei da Escócia"). A estréia está marcada para 2009.

I am Iron Man!
Sem falatório. Assista ao primeiro trailer de "Homem de Ferro", ao som da óbvia e sensacional "Iron Man" do Black Sabbath.


Comentários de Última Hora: Robert Downey Jr é foda!

Resumo da Semana

Com o feriado, semana bem produtiva: cinco filmes no total. Todos revisitados.

"Shrek 2" (Idem, 2004). De Andrew Adamson

Este aqui faz parte daquele seleto grupo de continuações que superam o original. Guarda tanta criatividade quanto o primeiro e consegue ser ainda mais engraçado. Introduzindo o personagem Gato de Botas, com dublagem incotestável de Antonio Banderas, o filme vai à frente e ousa ainda mais. Nota: 8,5

"O Show de Truman - O Show da Vida" (The Truman Show, 1998). De Peter Weir

Filmes muito originais dificilmente são reconhecidos no Oscar. Este recebeu três indicações à estatueta (Roteiro Original, Ator Coadjuvante para Ed Harris e Diretor), contudo não levou nenhum deles. Detalhe para o esquecimento de Jim Carrey, numa de suas melhores atuações. Esse é o filme que antecipou toda a onda de reality shows no mundo. Nota: 8,5

"O Senhor do Anéis - A Trilogia" (The Lord of the Rings Trilogy, 2001, 2002, 2003). De Peter Jackson

Peter Jackson foi corajoso e conseguiu um financiamento de algo em torno de 300 milhões da Warner e realizou três filmes triunfantes em sua ousadia de adaptar a saga concebida por Tolkien. No total ganhou 17 estatuetas do Oscar nos três filmes, sendo que o último, "O Retorno do Rei", figura ao lado de "Titanic" e "Ben-Hur" como um dos maiores vitoriosos da Academia - 11 prêmios.
Notas:
A Sociedade do Anel - 9,5
As Duas Torres - 8,0

O Retorno do Rei - 9,5

Crítica: Os Simpsons - O Filme

            Um filme que teve perto de duas centenas de tratamentos diferentes para seu roteiro te inspiraria confiança? Dificilmente, a menos que fosse “Os Simpsons – O Filme” (The Simpsons Movie, EUA, 2007). Mesmo depois de tanto vai e vem em seu script, a chegada da família aos cinemas é um triunfo.

 

            Criados por Matt Groening no final da década de 1980, logo os seres amarelos da cidade americana de Springfield caíram na graças do público. Seu humor adulto e politicamente incorreto fez a festa de gente acostumada a ver, nos grandes canais de TV, apenas animações para crianças. Já em 1992 um longa quase foi produzido, mas a dificuldade em desenvolver um projeto desse porte junto aos episódios para a televisão impediu que Homer Simpson chegasse às grande telas.

 

            Agora em película, ele desencadeia um desastre ecológico no lago de Springfield. Tudo por conta de um certo “porco-aranha” e uma liquidação de rosquinhas. A intervenção do governo estadunidense – cujo presidente é ninguém menos que Arnold Schwarzenegger – no caso trará conseqüências desastrosas a todos os cidadãos dali.

          O mais complicado aqui é escolher a cena mais engraçada. Das menores às mais elaboradas piadas, não é difícil ver o cinema vir abaixo em risadas. O interessante é que há espaço para todos os Simpsons brilharem. Seja Lisa e seu amor por um jovem irlandês cujo pai é músico - mas não é o Bono -, seja Bart e sua corrida de skate nu, ou mesmo Marge e sua broncas ao marido e até Maggie encarando um macaco, a alegria da platéia vai sendo feita enquanto rolam os rápidos 87 minutos da animação.

 

            E se eles são tão rápidos é por que nem a perda de rumo momentênea na história para a abertura de espaço para algumas gags, nem a péssima nova dublagem brasileira de Homer são capazes de estragar o show. “Os Simpsons” é daquele tipo de filme cada vez mais raro em tempos de remakes: os originalmente interessantes. Tanto assim, que uma continuação que chegasse perto da qualidade deste, não seria mais que uma obrigação para com o público, que certamente vai adorar essa aventura. Não haverá qualquer “D’oh!”.

 

Nota: 8,5

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