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Crítica: Sunshine - Alerta Solar

            Quem acompanha a carreira do diretor Danny Boyle sabe que ele sempre tem uma visão muito particular sobre qualquer tema. E como poucos cineastas construiu um currículo que vai do drama (“Trainspotting”) ao terror (“Extermínio”), passando por aventuras quase lúdicas (“Caiu do Céu”). Com “Sunshine – Alerta Solar” (Sunshine, Inglaterra, 2007) ele invade a ficção-científica e impõe seu estilo.

 

            Pra começar é bom deixar claro para aqueles que fazem cara feia para o gênero, que a produção tem pouco de filmes como “Solaris” (o de Tarkovsky ou o de Soberbergh), pois seu ritmo é acelerado e tenso. Suas discussões filosóficas fazem parte do caldo e não são o prato principal. Algo que não o faz melhor ou pior, apenas mais popular. Em se tratando de um trabalho de tal qualidade, isso se torna muito bom para que preconceitos sejam quebrados.

 

Num futuro não definido, o Sol está se apagando. Uma primeira equipe de astronautas e cientistas fora enviada ao astro, a bordo da nave Icarus, com a missão de detonar uma bomba de enorme potência em seu núcleo e fazê-lo reacender. Porém ela fracassa ao desaparecer próximo à órbita solar. Acompanha-se, então, a mesma viagem, agora junto à tripulação da Icarus II.

 

Colocando-se ponto por ponto o que vai se sucedendo na história, vê-se que não há muito a ser contado. Contudo, a forma fluída na qual o roteiro desenvolve-se leva o espectador a apreciar cada segundo a bordo da nave, conhecendo seus problemas, os viajantes e ficando apreensivos com cada mistério que surge sobre aquela primeira viagem, mal sucedida.

 

O ápice de “Sunshine” pode estranhar pelo rumo seguido, mas não deixa de ser daqueles desfechos que moem os nervos. É quando o suor desse pelas mãos e não se sabe como tudo irá terminar.

 

De temática relevante em tempos “ecologicamente corretos”, o filme mostra personalidade ante a gigantes consagrados como “2001 – Uma Odisséia no Espaço” ou “Alien”. A cada novo filme Boyle mostra que não põe a mão em qualquer material e quando um aparece como seu próximo projeto é bom que se prepare para o inusitado.

 

Nota: 8,5

Cartaz por Cartaz...

Se o cartaz de "Cidade dos Homens" não é nada revolucionário, sua estética é bem mais interessante que o novo de "Harry Potter e a Ordem da Fênix", burócratico e sem inventividade.

1º Cartaz

Ninguém discute que a série global "Cidade dos Homens" pegou uma bela carona na onda do filme de Fernando Meirelles, "Cidade de Deus". Tematicamente parecidos, o primeiro cola até o nome do longa-metragem. O que se pode dizer é que mesmo assim a série tem suas qualidades, e se todas as cópias tivessem tamanha personalidade o substantivo "cópia" poderia ter um sentido menos ruim.

E agora é a vez de Laranjinha e Acerola desembarcarem nos cinemas de todo o Brasil. A divulgação massiva começa com o primeiro cartaz, que vocês podem conferir aí embaixo. Vamos esperar que a versão cinema seja tão legal quanto à da telinha.

Não aos atores!

Atenção você aí, jovem nerd que se apaixonou pela atriz Kirsten Dunst depois de vê-la com os cabelos vermelhos de Mary Jane Watson. Você está mais perto do coração da moça. Não chega a ser aquela aproximada, se é que me entende. Mas o caso é que a garota disse à revista Jane que nunca mais quer namorar um ator. Viu só? A concorrência desleal de gente como Brad Pitt ou Matt Damon já era!

Agora você terá de superar apenas astros do rock, esportistas de renome, empresários bem sucedidos, modelos...

Hoje Kirsten namora o vocalista da banda Razorlight, Johnny Borrell.

"Atores", e não atores

Comecei o "Atores", e não Atores para zoar os meus astros mais odiados. Já mandei ver no currículo meia-boca de gente como Ashton Kutcher e Adam Sandler. É quando vejo uma notícia que parece ser o atendimento de minhas preces: Orlando Bloom disse à Now Magazine que irá dar um tempo em sua carreira de ator para se dedicar ao budismo. Então só tenho que desejar uma feliz vida espritual a Légolas e que nunca mais volte aos filmes. A menos que aprenda a atuar.

Em comemoração, e com todo orgulho do mundo, o "Atores" dessa vez é todo seu, Orlando.

Orlando Bloom

Algumas pérolas protagonizados pelo "Ator"


Comentários de Última Hora: Que belo cabelo do rapaz nessa foto, hein?

Jessica...

Grife elege Jessica Alba a mais sensual

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Mesmo?

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